sexta-feira, março 30, 2012

Belezas brasileiras


A beleza no Brasil vem aos pares e sincronizada
Por Bruno Abreu
Como dizia Einstein, há duas coisas certas no mundo: o corpo sensual das brasileiras e o facto das gémeas Bia e Branca Feres nunca se separarem. Bem, talvez não seja bem assim, uma vez que o célebre cientista morreu muito antes de estas duas nadadoras sincronizadas de 24 anos terem vindo ao mundo.

Mas serve para o nosso propósito, com estas duas cariocas a tornaram-se um fenómeno de popularidade no Brasil, tendo-se tranformado até em apresentadoras do canal MTV.

Bia e Branca começaram a fazer natação e ginástica olímpica aos três anos e aos sete optaram pela versão mais graciosa da modalidade, sagrando-se campeãs de natação sincronizada em duplas infantis. Atualmente fazem parte da seleção nacional brasileira e passam a vida juntas.

Mas juntas é juntas mesmo: além dos treinos, que as colocam lado a lado numa piscina durante oito horas diárias, Bia e Branca tomam todas as refeições juntas, usam o computador juntas e até para ir ao cinema convidam ambos os namorados. Sempre sincronizadas, portanto.

«Nós amamos ser iguais! Nunca competimos entre nós, muito pelo contrário. Sempre fomos as melhores amigas uma da outra, companheiras em tudo», diz Bia, logo ajudada por Branca: «É uma sintonia natura. Somos tão parecidas que às vezes até erramos as mesmas coisas na coreografia. O nosso ADN já veio sincronizado».

quinta-feira, março 29, 2012

Ditadura Militar Brasileira

Quais foram as torturas utilizadas na época da ditadura militar no Brasil? Uma pesquisa coordenada pela Igreja Católica com documentos produzidos pelos próprios militares identificou mais de cem torturas usadas nos "anos de chumbo" (1964-1985). Esse baú de crueldades, que incluía choques elétricos, afogamentos e muita pancadaria, foi aberto de vez em 1968, o início do período mais duro do regime militar. A partir dessa época, a tortura passou a ser amplamente empregada, especialmente para obter informações de pessoas envolvidas com a luta armada. Contando com a "assessoria técnica" de militares americanos que ensinavam a torturar, grupos policiais e militares começavam a agredir no momento da prisão, invadindo casas ou locais de trabalho. A coisa piorava nas delegacias de polícia e em quartéis, onde muitas vezes havia salas de interrogatório revestidas com material isolante para evitar que os gritos dos presos fossem ouvidos. "Os relatos indicam que os suplícios eram duradouros. Prolongavam-se por horas, eram praticados por diversas pessoas e se repetiam por dias", afirma a juíza Kenarik Boujikain Felippe, da Associação Juízes para a Democracia, em São Paulo. O pau comeu solto até 1974, quando o presidente Ernesto Geisel tomou medidas para diminuir a tortura, afastando vários militares da "linha dura" do Exército. Durante o governo militar, mais de 280 pessoas foram mortas - muitas sob tortura. Mais de cem desapareceram, segundo números reconhecidos oficialmente. Mas ninguém acusado de torturar presos políticos durante a ditadura militar chegou a ser punido. Em 1979, o Congresso aprovou a Lei da Anistia, que determinou que todos os envolvidos em crimes políticos - incluindo os torturadores - fossem perdoados pela Justiça. :-(

segunda-feira, março 19, 2012

Dia do Pai


PAI

Já faz tempo que deixaste de estar, fisicamente, perto de mim. Mas continuas bem presente na minha memória e no meu coração.
Tenho muitas saudades de ti!
Se o que dizem é a verdade em que acreditaste, creio que brevemente nos iremos encontrar.

segunda-feira, março 05, 2012

Em Natal, voltámos ao tempo dos cowboys...


Dupla a cavalo assalta ônibus da empresa Cidade das Dunas

Na madrugada desta segunda-feira (5), por volta 2h, um ônibus da empresa Cidade das Dunas, que faz linha Planalto-Ribeira no horário especial do corujão, foi assaltado. O motorista foi rendido por dois homens montados a cavalo, que pararam o veículo e levaram uma quantia irrisória do condutor.

Os acusados ainda golpearam diversas vezes o motorista com chicotes. A assessoria de imprensa afirma que, apesar do fato, após o retorno das blitz realizadas o número de ocorrências diminuiu consideravelmente.

In “Tribuna do Norte”.

Ivete Sangalo, Gilberto Gil e Caetano Veloso